quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Caminhar ...
troca de olhares
cumplicidade
corações partidos
novas esperanças
expressões tristes dão lugar a gargalhadas e a brilho nos olhos
cumplicidade
corações partidos
novas esperanças
expressões tristes dão lugar a gargalhadas e a brilho nos olhos
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
...
há coisas que o Coração não consegue explicar
há sentimentos que a Razão não consegue entender
há momentos que ficam selados na nossa Memória
há Gestos que não conseguimos esquecer
há Momentos únicos que surgem do nada ...
há sentimentos que a Razão não consegue entender
há momentos que ficam selados na nossa Memória
há Gestos que não conseguimos esquecer
há Momentos únicos que surgem do nada ...
Segunda-feira à tarde ...
...
Aprendi que quando guardamos as coisas para nós tudo parece um filme
há sonhos que criamos na nossa imaginação e que alimentamos ao nosso modo
mas quando os damos a conhecer, eles tornam-se reais
quando partilhamos emoções, estas passam a existir a sério
a ter o seu lugar no mundo.
há sonhos que criamos na nossa imaginação e que alimentamos ao nosso modo
mas quando os damos a conhecer, eles tornam-se reais
quando partilhamos emoções, estas passam a existir a sério
a ter o seu lugar no mundo.
domingo, 27 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Cultura ... sobreviver
Mais do que nunca acho que a cultura é o que resta quando tudo o mais foi esquecido.
O livro é como a roda, não parece ser possível fazer melhor.
O livro é como a roda, não parece ser possível fazer melhor.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Uma época de filhos de cães
Os pobres estão convencidos de que a honestidade é a virtude fundamental que lhes vai salvar a alma das chamas do inferno, e esta crença condena-os a uma miséria endémica, enquanto os ricos, cujos antepassados inventaram a palavra, sem jamais terem acreditado nela, continuam a prosperar.
Albert Cossery
Albert Cossery
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Ary dos Santos - Hoje é dia de homenagem ao Poeta!
Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutro pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse um abismo
e faz um filho ás palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever um sismo.
Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar algum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte faz
devorar um jejum.
Original é o poeta
que de todos for só um.
Original é o poeta
expulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce á rua
bebe copos quebra nozes
e ferra em quem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.
Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse uma mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutro pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse um abismo
e faz um filho ás palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever um sismo.
Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar algum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte faz
devorar um jejum.
Original é o poeta
que de todos for só um.
Original é o poeta
expulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce á rua
bebe copos quebra nozes
e ferra em quem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.
Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse uma mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.
Galileu ...
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