domingo, 30 de março de 2008

Apetece-me ... mostrar Emoção

Vou no sabor do vento
O meu corpo embalado pela tua presença
Que a brisa traz até mim
Entrego-me ...

Cada momento que vivemos
Na brisa serena do tempo
Olhando as nuvens passar
Entrego-me ...

Vejo-te a chegar,
E peço-te
Leva-me ao ritmo do mar
Por favor
Não deixes a música terminar
Emoção, sentimento
Recomeçar

Ana G

Como eu Chorei num Domingo à tarde ...


"Nunca é Tarde Demais"


Há actores que apreciamos, outros que detestamos, tenho por Morgan Freeman uma admiração total, já por Jack Nicholson uma "relação amor/ódio", depende da fase em que estou e do filme em que o vejo, neste momento e depois do filme que hoje vi, estou na "fase do amor", nunca pensei dar por mim a chorar como uma Maria Madalena devido à emoção causada por um personagem por ele interpretado!

Hoje vi um dos mais belos filmes de sempre sobre algo tão simples e complexo - a Vida.

O filme apresenta-nos dois homens, de mundos opostos, cujas vidas se cruzam num quarto de hospital. Mais não conto, vão ver, apreciem e pensem se valerá a pena toda a pequenez que por vezes incutimos no nosso dia-a-dia. E não tenham receio de mostrar emoções, sentimentos. A Vida é feita de momentos, e o que seria desses momentos se não fossem as emoções? Julgo que não passariam de meras rotinas, automáticas, sem expressão!

Dou tudo para ver alguém feliz, por um sorriso, uma emoção.

Eu sorrio e choro muito não é R? Mas sou assim mesmo, não sei ser de outro modo, emotiva na procura da felicidade.

Beijinhos


Ana G

Só existe um êxito ...

A capacidade de levar a vida que se quer !

Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos!

Ana G

A semana a seguir à Páscoa




foi de ausência de novos comentários, mas por uma muito boa razão :)

Fui passear até um sítio lindo do nosso encanto de País, a Serra da Estrela.

Dias bem passados, de descanso e felicidade. Sem ski, não pratico, há uns anos "estraguei" um joelho numa daquelas maquinetas que nos puxam em puro desiquilíbrio por uma colina acima. Mas gosto da neve, da sua textura, do modo como nos envolve.
Cheguei com mau tempo, vento, frio e ... NEVE, caminhei por trilhos cheios de ... NEVE, fui ver a casinha que o nosso bom "Afonso Costa" utilizava para as suas conspirações republicanas (no topo de uma escarpa daa Penhas Douradas, linda !!!!!), escorreguei nas rochas geladas dos trilhos que percorri, visitei todas as retrosarias da região, comprei botões e galões, numa noite fiz mais de 60Km em busca de um local para jantar e acabei em Fornos de Algodres, no Café Disco a comer um "lanche" e uma "tosta mais que mística" às 10:30m da noite, mas ADOREI.

Deixo algumas fotos dos felizes momentos vividos.


Ana G


quinta-feira, 20 de março de 2008

Feliz Páscoa


Para todos uma Páscoa muito feliz.

Regresso na semana que vem.

Até lá estarei a descansar algures num espaço aberto, com muito verde e frio!

Conto ler muito, mesmo muito e ver a paisagem.

E tirar fotografias.

Beijinhos


Ana G

quarta-feira, 19 de março de 2008

When Vivian comes to Lisbon


It seems Santa is in town :)
Today I received these tasty chocolates (ate them all, too delicious to be taken home); a wonderful Velvet Tuberose body lotion and a beautiful bookmark (a Dogwood ... The state flower of Virginia and North Carolina).

Thank you so much Vivian!


There are no words to thank your simpathy and thoughts:)

All the best

Ana G

A Caminho


E aí vêm eles a caminho :)
Os meus botões com sotaque brasileiro ;)

Ana G

terça-feira, 18 de março de 2008

Botões com sotaque brasileiro


Botões lindos que conto receber do Brasil.
Criação de uma menina do meu grupo de bordados como diz R.
São lindos, estou desejosa que cheguem. Tão coloridos, já são um pouquinho de Verão, de Sol a brilhar :)
Cari, muito obrigado. Só espero conseguir fazer uns trabalhinhos bem engraçados e que estejam à altura da perfeição dos seus magníficos botões!
Já contei que sou uma "botanólica anónima?"

Ana G

segunda-feira, 17 de março de 2008

Confissão



Tenho uma confissão a fazer. Há vários anos aliás. Mas vou começar por pedir desculpa ao autor da imagem aqui utilizada, verdadeiro destinatário da minha confissão! E aqui vai ela!

S, apesar de já ter ter dito várias vezes ao R o quanto me enganei acerca de ti, nunca to disse directamente. Vou afirmá-lo desde já, de forma atrapalhada certamente, porque nunca tive muito jeito para confissões! Mas, como, quem sabe, nos iremos encontrar um destes dias, vais já ficar com a ideia de que alguém te irá olhar nos olhos e dizer "Lamento o julgamento errado que durante tanto tempo mantive sobre ti."

Pronto, disse, como sou orgulhosa fiz um bocadinho de finca-pé com a questão, "és mesmo palerma" diria R, e com razão.

Talvez não te recordes mas eu tenho muito presente o nosso primeiro encontro na casa da Malveira em que nem "boa tarde" me disseste. Sou horrível, eu sei, e mantenho as primeiras impressões durante séculos, por mais que me digam que estou errada, bato o pé, e digo que eu é que tenho razão.

Foi o caso, R disse-me inúmeras vezes o quanto eu estava errada, houve mesmo coronéis a opinar sobre a questão, defendendo-te com bravura, dizendo que dos três (sabes de quem falo) eras o mais ajuizado, aquele que melhor saberia encarar o futuro, o mais orientado. Mas eu, firme na minha obstinação, teimava em manter a minha opinião, de que eras mal educado, creio mesmo ter utilizado a palavra "parvo"! Nunca as palavras timidez ou introvertido tiveram autorização de entrada no meu espírito!

Mas, um dia, numa escada de uma moradia, há quase um ano atrás, atendi uma chamada e algo mudou, talvez por estar mais receptiva a uma palavra de simpatia, mas acho que sobretudo, o teu tom de voz preocupado com R acordou um dos neurónios do meu cérebro :) Com o tempo outros foram também acordados, o sussurro tornou-se imenso e do turbilhão em que, por norma, anda esta cabeça, do céu caiu uma estrela :)

Um click, não perguntes porquê, cimentado em também não sei o quê, mas aquele neurónio tinha influenciado a vasta maioria dos outros e aos meus olhos via-te como alguém amigo, em quem confiar.

S, quando um dia destes nos cruzarmos, será um prazer pedir-te desculpa, garanto que houve ocasiões em que não fui muito simpática para contigo!

Hoje, sim apenas hoje vi no teu Blog (agora irás perceber a pirataria com a imagem), um link chamado "A minha amiga Ana". Cliquei por graça e qual o meu espanto quando venho ter aqui! A amiga Ana sou eu:) Fiquei de lágrima no canto do olho, sou de choro fácil, dir-te-à R na brincadeira! Confesso que a simpatia me tocou, as palavras "amiga Ana" deixaram-me muito lisonjeada.

S, desculpa se algum dia fui menos correcta contigo, sobretudo estando tu ausente para te defenderes. A amizade é algo a que não resisto e a tua tem vindo a revelar-se preciosa.

E conta com a minha! Amigo S.

Esta é a minha confissão.

Ana G

Saudade
























Uma palavra tão portuguesa mas que reflecte tão bem um sentimento de dias bem passados num local de sonho, na companhia de bons amigos e de um sol esplendoroso :)

domingo, 16 de março de 2008

Caminho a Dois


Um sonho

Uma realidade

Um Sábado à tarde

Um Sol reluzente

Dois olhares

Um só caminho

Em direcção ao FUTURO

UM CAMINHO FELIZ


Ana G

domingo, 9 de março de 2008

Troca de materiais para artesanato



Estou a participar numa troca de materiais de artesanato com sotaque português. Tenho vindo a coleccionar uma série de materiais para a Andréa (minha amiga secreta no Brasil para quem tenho que fazer o envio). Espero que ela goste, foi tudo preparado com o maior carinho, mas é sempre tão difícil escolher algo para alguém que não conhecemos.

Se correr bem, espero continuar estas troquinhas :) Ficam umas fotos para análise do meu entusiasmo :)

Beijinhos

Ana G

Trabalhos manuais


Adoro vaquinhas, tenho que experimentar fazer este modelo :)
Ana G

Justificação

A todos aqueles que têm por hábito acompanhar os meus pensamentos através deste blog, o meu pedido de desculpas. Têm toda a razão em protestar! Sem dúvida, a preguiça tem conseguido vencer os seus propósitos, mas uma má gestão efectiva de tempo também não tem ajudado :).

O cansaço tem imperado por estes lados, o emprego tem pesado muito na balança das actividades, restando poucos momentos livres, estes têm sido muito dedicados a outras "actividades" de que muito gosto também. Sim, dormir, é verdade, mas não só.

O meu árabe, sim, já sou aluna do 2º. nível, as dificuldades aumentam, mas tudo farei para ser uma "mestre" na matéria :) Sobretudo porque gosto muito de desafios e este é, sem dúvida, um dos maiores que alguma vez coloquei a mim mesma! Muitas batalhas tenho pela frente com a minha memória e com a vocalização de sons que até hoje nunca tinha pensado existirem. Mas as barreiras existem para que os desafios nos obriguem a lutar, sendo assim, cá estou, qual "Guerreiro" pronta para mais uma batalha.

Beijinhos a todos e tentarei voltar à minha disciplina!

Ana G

PS - E as minhas ervinhas que já mostram algum verde crescimento? Que maravilha!

terça-feira, 4 de março de 2008

A Maravilha que Deve Ser Escrever um Livro

(...) a maravilha que deve ser escrever um livro: a invenção dentro da memória; a memória dentro da invenção; e toda essa cavalgada de uma grande fuga, todo esse prodígio de umas poligâmicas núpcias, secretas e arrebatadas, com a feminina multidão das palavras: as que se entregam, as que se esquivam; as que é preciso perseguir, seduzir, ludibriar; as que por fim se deixam capturar, palpar, despir, penetrar e sorver, assim proporcionado, antes de se evaporarem, as horas supremas de um amor feliz. Não há matéria mais carnalmente incorpórea; nem outra mais disposta a por amor ser fecundada. Como se pode interpretar de outro modo esse velho lugar-comum de ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro? Só se em todos os casos se tratar de grandes e inevitáveis actos de amor: com a Mulher, com a Terra, com a Língua. Mas de plantar árvores e ter filhos haverá sempre muita gente que se encarregue. De destruir árvores também; de estragar filhos igualmente. Em compensação, um livro, um livro que viva, multiplicado, durante alguns anos ou alguns séculos, e que depois vá morrendo, sem ninguém dar por isso, mas nunca de uma só vez, até ser enterrado na maior discrição ou até se ver de súbito renascido, inesperadamente ressuscitado, um livro com semelhante destino - luminoso por mais obscuro, obscuro por mais luminoso -, isto é que foi sempre o que me empolgou.

David Mourão-Ferreira, in 'Um Amor Feliz'

segunda-feira, 3 de março de 2008

Ser é Escolher-se

Para a realidade humana, ser é escolher-se: nada lhe vem de fora, nem tão-pouco de dentro, que possa receber ou aceitar. Está inteiramente abandonada, sem auxílio de nenhuma espécie, à insustentável necessidade de se fazer ser até ao mais ínfimo pormenor. Assim, a liberdade não é um ser: é o ser do homem, quer dizer, o seu nada de ser. (...) O homem não pode ser ora livre, ora escravo; ele é inteiramente e sempre livre, ou não é.

Jean-Paul Sartre, in 'O Ser e o Nada'

Falta de tempo





Vamos ver se esta semana consigo ter mais tempo para o mundo.


Boa semana e bom trabalho.